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Ouvir música no trânsito pode relaxar, mas a desconcentração é um risco em, 🔈 *Carros e Transportes*. Fatores como gostar da música e o controle do volume (alto ou baixo) são apontados por especialistas como variantes nesse caso *Veja ainda*: Contratar seguro automotivo, Seguro de Carros 24h Disponível, Simular seguro Carro e Seguro Auto Online. *Acesse em:* 🌐 Ouvir música no trânsito pode relaxar, mas a desconcentração é um risco em, 🔈 *Carros e Transportes*. Fatores como gostar da música e o controle do volume (alto ou baixo) são apontados por especialistas como variantes nesse caso *Veja ainda*: Contratar seguro automotivo, Seguro de Carros 24h Disponível, Simular seguro Carro e Seguro Auto Online. *Acesse em:* 🌐 Ouvir música no trânsito pode relaxar, mas a desconcentração é um risco Dirigir e ouvir o rádio ao mesmo tempo não são tarefas executadas pelo cérebro com a mesma precisão. Quando estamos dirigindo, é comum ligar o rádio e escutar uma música. Mas também é comum a dúvida: será que isso não nos desconcentra? Escutar o rádio e dirigir ao mesmo tempo são tarefas não executadas com igual foco pelo cérebro. “Na verdade, o cérebro humano não é capaz de se concentrar em várias coisas ao mesmo tempo, o que acontece é que ele tem a capacidade de alternar rapidamente entre diferentes tarefas”, explica o neurocirurgião Saul Almeida, diretor do Pronto-Socorro de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Assim, tem-se a impressão de conseguir realizar várias ações, mas Almeida ainda acrescenta: “A gente vai realizar essas tarefas de forma incompleta ou superficial. Isso acontece porque a tensão do cérebro fica dividida entre essas várias tarefas, e o resultado é uma diminuição da qualidade do que a gente está fazendo e, além disso, quando a gente alterna rapidamente entre tarefas diferentes, você acaba sobrecarregando o seu cérebro”. Outros fatores dificultam ainda mais essa troca rápida entre atividades, principalmente quando se fala de ouvir música. Marcelo Costa, professor do Instituto de Psicologia da USP, explica como os estímulos sensoriais fazem isso: “A gente está o tempo todo buscando informações do nosso ambiente: visualmente, auditivamente, enfim, todos os estímulos vão sempre recrutar a nossa atenção de maneira automática. Quando eu quero prestar atenção em algo, por exemplo, ler um texto, um artigo, eu uso um mecanismo de atenção voluntária, ou seja, eu controlo onde é que eu quero deixar a minha atenção. Porém, a gente ainda está à mercê desses outros estímulos sensoriais, quer dizer, independentemente de eu estar voluntariamente concentrado nesse ponto, se a porta do meu escritório bater, eu vou parar de prestar atenção aqui, porque esse outro estímulo recrutou a minha atenção de maneira intensa”. A mesma coisa acontece quando se escuta uma música. “O fato de a gente gostar da música que começou a tocar vai fazer com que esse estímulo ganhe uma saliência maior: tudo isso, somado, aumenta a chance dessa música recrutar automaticamente a minha atenção”, completa Costa.
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Ouvir música no trânsito pode relaxar, mas a desconcentração é um risco

Fatores como gostar da música e o controle do volume (alto ou baixo) são apontados por especialistas como variantes nesse caso



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🕗 Em 22/04/2023 às 19hora(s) e 19min, Por: Alessandra Ueno, em 🚘 Carros e Transportes, Jornal da USP, Brasil

Ouvir música no trânsito pode relaxar, mas a desconcentração é um risco - Dirigir e ouvir o rádio ao mesmo tempo não são tarefas executadas pelo cérebro com a mesma precisão.

Quando estamos dirigindo, é comum ligar o rádio e escutar uma música. Mas também é comum a dúvida: será que isso não nos desconcentra? Escutar o rádio e dirigir  ao mesmo tempo são tarefas não executadas com igual foco pelo cérebro. “Na verdade, o cérebro humano não é capaz de se concentrar em várias coisas ao mesmo tempo, o que acontece é que ele tem a capacidade de alternar rapidamente entre diferentes tarefas”, explica o neurocirurgião Saul Almeida, diretor do Pronto-Socorro de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Assim, tem-se a impressão de conseguir realizar várias ações, mas Almeida ainda acrescenta: “A gente vai realizar essas tarefas de forma incompleta ou superficial. Isso acontece porque a tensão do cérebro fica dividida entre essas várias tarefas, e o resultado é uma diminuição da qualidade do que a gente está fazendo e, além disso, quando a gente alterna rapidamente entre tarefas diferentes, você acaba sobrecarregando o seu cérebro”.

Outros fatores dificultam ainda mais essa troca rápida entre atividades, principalmente quando se fala de ouvir música. Marcelo Costa, professor do Instituto de Psicologia da USP, explica como os estímulos sensoriais fazem isso: “A gente está o tempo todo buscando informações do nosso ambiente: visualmente, auditivamente, enfim, todos os estímulos vão sempre recrutar a nossa atenção de maneira automática. Quando eu quero prestar atenção em algo, por exemplo, ler um texto, um artigo, eu uso um mecanismo de atenção voluntária, ou seja, eu controlo onde é que eu quero deixar a minha atenção. Porém, a gente ainda está à mercê desses outros estímulos sensoriais, quer dizer, independentemente de eu estar voluntariamente concentrado nesse ponto, se a porta do meu escritório bater, eu vou parar de prestar atenção aqui, porque esse outro estímulo recrutou a minha atenção de maneira intensa”.

A mesma coisa acontece quando se escuta uma música. “O fato de a gente gostar da música que começou a tocar vai fazer com que esse estímulo ganhe uma saliência maior: tudo isso, somado, aumenta a chance dessa música recrutar automaticamente a minha atenção”, completa Costa.


Fatores como gostar da música e o controle do volume (alto ou baixo) são apontados por especialistas como variantes nesse caso


 

Dirigir e ouvir o rádio ao mesmo tempo não são tarefas executadas pelo cérebro com a mesma precisão.

Quando estamos dirigindo, é comum ligar o rádio e escutar uma música. Mas também é comum a dúvida: será que isso não nos desconcentra? Escutar o rádio e dirigir ao mesmo tempo são tarefas não executadas com igual foco pelo cérebro. “Na verdade, o cérebro humano não é capaz de se concentrar em várias coisas ao mesmo tempo, o que acontece é que ele tem a capacidade de alternar rapidamente entre diferentes tarefas”, explica o neurocirurgião Saul Almeida, diretor do Pronto-Socorro de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Assim, tem-se a impressão de conseguir realizar várias ações, mas Almeida ainda acrescenta: “A gente vai realizar essas tarefas de forma incompleta ou superficial. Isso acontece porque a tensão do cérebro fica dividida entre essas várias tarefas, e o resultado é uma diminuição da qualidade do que a gente está fazendo e, além disso, quando a gente alterna rapidamente entre tarefas diferentes, você acaba sobrecarregando o seu cérebro”.

Outros fatores dificultam ainda mais essa troca rápida entre atividades, principalmente quando se fala de ouvir música. Marcelo Costa, professor do Instituto de Psicologia da USP, explica como os estímulos sensoriais fazem isso: “A gente está o tempo todo buscando informações do nosso ambiente: visualmente, auditivamente, enfim, todos os estímulos vão sempre recrutar a nossa atenção de maneira automática. Quando eu quero prestar atenção em algo, por exemplo, ler um texto, um artigo, eu uso um mecanismo de atenção voluntária, ou seja, eu controlo onde é que eu quero deixar a minha atenção. Porém, a gente ainda está à mercê desses outros estímulos sensoriais, quer dizer, independentemente de eu estar voluntariamente concentrado nesse ponto, se a porta do meu escritório bater, eu vou parar de prestar atenção aqui, porque esse outro estímulo recrutou a minha atenção de maneira intensa”.

A mesma coisa acontece quando se escuta uma música. “O fato de a gente gostar da música que começou a tocar vai fazer com que esse estímulo ganhe uma saliência maior: tudo isso, somado, aumenta a chance dessa música recrutar automaticamente a minha atenção”, completa Costa.


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Exame de vista Opto Prime Gleydson Forlan Optometrista

🕗 Em 22/04/2023 às 19hora(s) e 19min, Por: Alessandra Ueno, em 🚘 Carros e Transportes, Jornal da USP, Brasil
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Dirigir e ouvir o rádio ao mesmo tempo não são tarefas executadas pelo cérebro com a mesma precisão.

Quando estamos dirigindo, é comum ligar o rádio e escutar uma música. Mas também é comum a dúvida: será que isso não nos desconcentra? Escutar o rádio e dirigir  ao mesmo tempo são tarefas não executadas com igual foco pelo cérebro. “Na verdade, o cérebro humano não é capaz de se concentrar em várias coisas ao mesmo tempo, o que acontece é que ele tem a capacidade de alternar rapidamente entre diferentes tarefas”, explica o neurocirurgião Saul Almeida, diretor do Pronto-Socorro de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Assim, tem-se a impressão de conseguir realizar várias ações, mas Almeida ainda acrescenta: “A gente vai realizar essas tarefas de forma incompleta ou superficial. Isso acontece porque a tensão do cérebro fica dividida entre essas várias tarefas, e o resultado é uma diminuição da qualidade do que a gente está fazendo e, além disso, quando a gente alterna rapidamente entre tarefas diferentes, você acaba sobrecarregando o seu cérebro”.

Outros fatores dificultam ainda mais essa troca rápida entre atividades, principalmente quando se fala de ouvir música. Marcelo Costa, professor do Instituto de Psicologia da USP, explica como os estímulos sensoriais fazem isso: “A gente está o tempo todo buscando informações do nosso ambiente: visualmente, auditivamente, enfim, todos os estímulos vão sempre recrutar a nossa atenção de maneira automática. Quando eu quero prestar atenção em algo, por exemplo, ler um texto, um artigo, eu uso um mecanismo de atenção voluntária, ou seja, eu controlo onde é que eu quero deixar a minha atenção. Porém, a gente ainda está à mercê desses outros estímulos sensoriais, quer dizer, independentemente de eu estar voluntariamente concentrado nesse ponto, se a porta do meu escritório bater, eu vou parar de prestar atenção aqui, porque esse outro estímulo recrutou a minha atenção de maneira intensa”.

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